Na tarde de quinta-feira embora por Peterborough senti-me (quase) em Portugal, esquecendo a língua que falava e ouvia; o pôr do sol, o calor e todo o ambiente lembraram-me dos finais de tarde passados numa esplanada portuguesa. O espaço era diferente mas as pessoas estavam felizes e eram muitas as que populavam aquele espaço que ali parecia ter surgido para brindar ao aniversário, promoções, outros aniversários e até à própria estação do ano.
Na sexta-feira não fosse um dia especial, o bom tempo voltou a brindar-nos permitindo assim o uso das roupas leves, óculos de sol e uma vez mais o cheiro a flores. Em casa esperou, por quase 24h, uma tarte de natas (que tive de fazer na noite anterior tal era a minha aflição em vê-la feita) que rapidamente desapareceu deixando apenas umas migalhinhas como recordação.
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